•  quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Carreta para coleta de sangue vai a terminais de transporte em SP

A partir de hoje (16) uma carreta itinerante para coleta segura de sangue vai estacionar em duas estações de trem da CPTM e em um terminal de ônibus para estimular a doação de sangue e ajudar a recuperar os bancos de sangue que estão em situação crítica por conta do isolamento social imposto pela pandemia.

Nesta quarta-feira a carreta está na Estação Vila das Belezas, na Linha 5-Lilás, operada pela ViaMobilidade. Na quinta-feira (17) vai passar pelo Terminal Metropolitano Luiz Bortolosso, da EMTU, em Osasco, e na sexta-feira (18) estará na Estação Suzano da CPTM.

Para garantir o cuidado com a saúde e evitar aglomeração, a coleta é feita depois de agendamento pelo WhatsApp: 11-95897-1046, entre 8h e 20h. O horário de coleta é das 9h às 15h, sendo que o último cadastro será realizado às 14h. O cadastro é feito na parte externa da carreta, uma pessoa por vez, para triagem e para identificar possíveis infectados por covid-19.

As cadeiras de coleta ficam a 1,5 m umas das outras e o fluxo no interior da carreta impede a circulação cruzada, evitando o contato físico. Doadores e funcionários usam máscara. Um lanche é oferecido após a doação na parte de fora da unidade, frequentemente higienizada. O Hemocentro São Lucas, responsável pela coordenação técnica da ação, tem protocolo rígido para que as coletas ocorram dentro dos padrões de qualidade e de segurança exigidos.

Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos, sendo que menores de idade precisam do consentimento de um responsável, que deve estar junto no momento da doação. O doador deve pesar mais de 55 kg, estar em bom estado de saúde e apresentar documento oficial com foto no momento da doação. Não podem doar pessoas com sintomas como tosse, febre e dores no corpo. Quem teve contato com pessoas infectadas deve aguardar 14 dias para fazer a doação. Já quem foi curado da doença deve esperar 30 dias para doar. É preciso ainda estar bem alimentado, não ter comido alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue e bebida alcoólica nas 12 horas anteriores.

“Com o hemocentro itinerante no transporte público conseguimos acabar com a distância que separa a intenção de ser um doador da prática efetiva de doar e se comprometer, com toda a segurança. É um gesto que salva vidas”, afirmou o secretário interino dos Transportes Metropolitanos, Paulo Galli.

 

(Agência Brasil)

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